Chegamos ao final da Semana do Folclore 2026, que teve como tema “Valorização e Fortalecimento do Folclore Brasileiro”.
Acredito que, ao longo destes dias, conseguimos demonstrar, na prática, o verdadeiro significado desse tema.
O Rio Grande do Sul teve a alegria e a honra de receber, mesmo através das telas, mestres e mestras da cultura popular de diferentes regiões do Brasil: Minas Gerais, Pará, São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia e Ceará.
São diferentes sotaques.
São diferentes histórias.
São diferentes manifestações, danças, músicas, saberes e formas de celebrar a vida.
Mas existe algo que nos une: a cultura popular brasileira. E talvez essa tenha sido uma das maiores riquezas desta Semana.
Quando um mestre ou uma mestra compartilha sua experiência, não está simplesmente contando uma história. Está compartilhando uma parte da memória de seu povo.
Está transmitindo um conhecimento que recebeu de outras gerações e que agora passa adiante.
E é exatamente aí que encontramos a força do folclore.
O Folclore permanece vivo porque existem pessoas que o vivem, que o conhecem e que estão dispostas a transmiti-lo.
Por isso, quero deixar aqui, em nome da Comissão Gaúcha de Folclore, nosso profundo agradecimento a cada mestre e a cada mestra que esteve conosco. A vocês, o nosso respeito, a nossa admiração e o nosso reconhecimento.
Quero também agradecer à Universidade Estadual do Rio Grande do Sul — UERGS, nossa parceira nesta realização e a todas as instituições que apoiaram esta iniciativa.
Agradeço aos coordenadores, professores, pesquisadores, colaboradores e a todos aqueles que trabalharam para que esta Semana acontecesse.
E agradeço, principalmente, a você que esteve do outro lado da tela, acompanhando, ouvindo, aprendendo e valorizando a cultura popular.
Porque uma Semana como esta só tem sentido quando existe alguém disposto a escutar.
E quero deixar uma reflexão para encerrarmos:
O Brasil é grande porque é diverso.
E é rico porque cada povo tem uma história para contar.
Minas Gerais tem sua história.
O Pará tem sua história.
São Paulo tem sua história.
A Bahia tem sua história.
O Ceará tem sua história.
E o Rio Grande do Sul também tem a sua.
Nenhuma é maior do que a outra.
Todas fazem parte da grande história cultural brasileira.
É nosso dever conhecer, respeitar, valorizar e fortalecer essa diversidade.
Porque quando uma criança aprende uma dança tradicional, quando um jovem conhece a história de sua comunidade, quando um mestre transmite um saber e quando uma universidade abre espaço para a cultura popular, estamos fazendo muito mais do que preservar o passado.
Estamos construindo o futuro.
E é esse o compromisso que a Comissão Gaúcha de Folclore reafirma ao encerrar esta Semana: continuar trabalhando para que o folclore seja reconhecido, estudado, valorizado e, principalmente, vivido.
Porque aquilo que é vivido não se perde.
Aquilo que é transmitido não morre.
E aquilo que é valorizado permanece.
Que esta Semana do Folclore 2026 não seja apenas uma lembrança. Que ela seja uma semente. Uma semente que cada um de nós leve para sua comunidade, para sua escola, para sua família e para sua vida.
Em nome da Comissão Gaúcha de Folclore, muito obrigado a todos que fizeram parte desta Semana.
Aos mestres e mestras de todo o Brasil, o nosso carinho e o nosso respeito.
E que possamos continuar construindo pontes entre os diferentes Brasis através daquilo que temos de mais precioso: a nossa cultura, a nossa memória e a nossa identidade.
Muito obrigado.
Viva o folclore brasileiro!
Viva a cultura popular!
E viva todos aqueles que mantêm viva a memória do nosso povo!
Até a próxima Semana do Folclore!

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